Um espaço de partilha dos meus filmes e séries preferidos... pontilhado por outros assuntos, sonhos, desejos, devaneios e outros desabafos mundanos de uma vida que se quer tranquila.

18
Ago 13
Baseado no romance do escritor britânico James Herbert, este thriller sobrenatural começa um ano após o desaparecimento de Cam, filho de Gabe Caliegh (Tom Ellis) e Eve Caleigh (SurAnne Jones). Como o casal e as suas duas filhas tentam começar tudo de novo, eles mudam-se para Crickley Hall, uma casa de campo aparentemente perfeita. Mas quando a porta da adega começa a abrir-se por conta própria, gritos de crianças são ouvidos durante a noite e um espectro de cana na mão surgem para assustar a família, os Caleigh percebem que a casa não é o paraíso que esperavam que fosse. No entanto, quando se decidem a ir embora, Eve ouve o filho Cam falar com ela como se estivesse aprisionado na casa.
 
 
A acção desenrola-se ainda e simultaneamente durante o ano de 1943, contando a história de Crickley Hall quando esta era um orfanato dirigido por um homem estranho e pela sua devota irmã, pessoas de aparente má índole e que não mostram ser indicados para educar crianças.  Estas crianças são oriundas de Londres, tendo sido evacuadas para o campo, em plena Segunda Guerra Mundial, de forma a poderem ser poupadas a uma morte sem sentido. O que elas não esperavam era que o perigo se encontrasse ali naquele local tão pacífico e belo.
 

Eu sou suspeita pois gosto muito deste género de história, sobrenatural aliado a drama psicológico, sem envolver cenas demasiadamente pesadas ou até violentas. E quando são assim histórias consistentes, bem interpretadas e dirigidas, com cenários de perder a respiração, então temos uma tarde ideal. Vale a pena ver, quanto mais não seja para avaliar as capacidades interpretativas de Tom Ellis, aquele que parece ser o novo menino bonito da televisão britânica.
 
 
 "During World War II, Crickley Hall is a home for orphans evacuated from London. In their attic bedroom, the eldest boy, Maurice Stafford walks in and says to a small Jewish boy, Stefan Rosenbaum that "Mr Cribben wants to see you". Stefan runs out onto the landing and hides in an airing copboard and starts to chant a prayer as Mr Cribben walks up the stairs and opens the door and drags the boy out. A scream of terror and ..."
 

 

 

publicado por Sandra F. às 19:23

01
Jul 13

A-D-O-R-E-I!!!!!!

 

 

Baseado na história real de um grupo de mulheres que, em 1999, decidiram elaborar um calendário com elas próprias como modelos, semi-nuas, para angariar fundos para ajuda no combate à leucemia. Este filme mostra-nos um grupo de mulheres, residentes numa vila a norte da Inglaterra, que para angariarem fundos para comprar um sofá para a sala de visitas do hospital da localidade, acabam por se envolver num acontecimento com proporções muito superiores aquelas que esperavam.

 

 

A necessidade do sofá surge quando, estando o marido de Annie (Julie Walters) internado por causa de uma leucemia, a sua amiga Chris (Helen Mirren) descobre que o sofá da sala de visitas se encontra velho e muito desconfortável. Elaboram então um plano para venderem alguns calendários com elas e algumas amigas da mesma idade, semi-despidas, e assim conseguirem oferecer o sofá ao hospital. Tendo em consideração que são mulheres de meia-idade, o evento atinge proporções massivas, chegando mesmo a serem convidadas para Hollywwod para divulgarem o acontecimento.

 

 

O filme é muito, muito engraçado. Tem os seus momentos de tristeza mas também cenas absolutamente hilariantes e é, no fundo, uma homenagem às boas amizades que se estabelecem entre mulheres.

 

 

É super-hiper-recomendado, não só pela história, como também pelas interpretações fabulosas de algumas das melhores atrizes (séniores) britânicas da atualidade. Além disso, presenteia-nos com paisagens lindas do campo inglês (Yorkshire) e das suas vilas.

 

 

O filme pode ver-se, na íntegra, no canal Youtube.

 

 

publicado por Sandra F. às 19:17

30
Jun 13

 Uau! To think that Shakespeare was a fraud! Era ou não era, essa é a questão!

 

 

O filme explora a antiga teoria de que as peças (supostamente) escritas por William Shaskespeare tenham sido, na verdade, escritas pelo Conde de Oxford, Edward de Vere. Esta questão passeou entusiasticamente pelas mentes de eruditos como Charles Dickens, Sigmund Freud e Mark Twain e vários livros e estudos foram já concebidos e publicados, numa tentativa vã de explicar que Shaskespeare não poderia ter escrito as peças que lhe são atribuídas. Neste filme, esta questão, aliada a um momento histórico decisivo e conflituoso da história inglesa (a sucessão de Elizabeth I, última monarca Tudor), criou a ideia fantástica, e quiça possível, de William Shakespeare não ter passado de um actor medíocre e oportunista, que nem escrever sabia.

 

 

 

Por muito rebuscada e decepcionante que seja a ideia, o filme é muito bom. Gostei especialmente da interpretação de Rhys Ifans como Conde de Oxford (interpretado na idade jovem por Jamie Campbell Bower). Sempre o lembrarei como o maluco Spike do filme Notting Hill; mas aqui, num papel mais sério, ele é absolutamente fabuloso e muito credível no papel do verdadeiro escritor de Romeu e Julieta.

 

 

Confesso que contado desta forma, não me importaria que as obras atribuídas a W. Shakespeare, tivessem realmente sido escritas por Edward de Vere, Conde de Oxford.

 

 

 

publicado por Sandra F. às 19:50

29
Jun 13

Que filme tão estranho, triste e bonito!

 

 

Confesso que, no início, estava a parecer-me fraco e quase desinteressante, apesar de ser sempre um prazer ver filmes deste género. Todavia, a partir do meio do filme, a coisa começou a ficar mais interessante e... mais triste!

 

O filme conta a história de uma mulher que, na Dublin do século XIX, se vê obrigada a vestir-se e agir como um homem de modo a conseguir um emprego e algum respeito numa sociedade que privilegiava o homem e usava a mulher apenas como algo doméstico e sem valor.

 

Albert Nobbs (fantásticamente interpretado por Glenn Close) é esse mulher/homem, um mordomo de um hotel de classe que só alberga pessoas da alta sociedade e que é gerido por uma antiga condessa com manias de grandeza e classe. Albert sonha em amealhar dinheiro suficiente para conseguir comprar uma loja e viver até à sua reforma uma vida normal, para depois comprar uma casinha junto ao mar. Essa vida normal incluí uma esposa e é quando ele conhece Hubert (outra magnifíca interpretação de Janet McTeer) que o seu desejo cresce pois Hubert também é uma mulher disfarçada de homem que mantém um casamento feliz com uma mulher. Daqui só posso retirar que Albert não tenciona regressar à sua consição de mulher talvez devido a receio das repercussões da sociedade. No entanto, não posso deixar de pensar que, tanto ele como Hubert acabam por desenvolver uma aptidão por mulheres, talvez por terem vivido tanto tempo como homens...

 

 

Ora, Albert vê em Helen Dawes (Mia Wasikowska), uma das criadas do hotel, uma séria candidata a esposa e começa a cortejá-la com ânimo mas também com algum receio pois os convites para saídas implicam gastos de dinheiro em presentes e outras coisas. E Albert Nobbs é um homem muito zeloso do seu dinheiro... O que ele não sabe é que Helen está a ser manipulada por Joe (Aaron (Taylor-)Johnson), um outro empregado do hotel que ambiciona ir para a América e vê em Albert uma forma de arranjar dinheiro, usando Helen como intermediária.

 

 

Jonathan Rhys-Meyers. Desconhecia que fazia papéis de figurante! Quando o vi no início do filme, imaginei que fosse ter um papel mais ativo no filme. No entanto só temos oportunidade de o ver em duas ou três cenas, como um dos ilustres hóspedes do hotel, um visconde com hábitos sexuais demasiado escandalosos para a época.

 

De resto, um ótimo filme, dirigido por Rodrigo Garcia e com interpretações valiosas, merecedoras de indicação a vários prémios e vencedoras de alguns. Recomenda-se!

 

 

 

publicado por Sandra F. às 19:37

22
Jun 13

"Não havia luar e tudo em baixo jazia numa escuridão enevoada. Nem uma liz tremeluzia em qualquer casa, longe ou perto. Todas se tinham apagado há muito e as do Monte dos Vendavais nunca eram visíveis dali, embora ela afirmasse que lhes via o brilho.


- Olha! - gritou, excitada - Aquele é o meu quarto com a vela acesa e as árvores baloiçando diante dele. E a outra vela é a do sotão do Joseph. O Joseph deita-se tarde, não deita? Está à espera que eu volte, para ir fechar o portão. Pois bem, ainda tem muito que esperar. É um trajeto tormentoso, e entristece o coração ter de o fazer. No caminho temos de passar pelo cemitério de Gimmerton! Provocamos muitas vezes juntos os seus fantasmas e ambos ousamos andar por entre as campas, pedindo-lhes para aparecerem. Mas, Heathcliff, se eu te desafiasse agora, atrevias-te? Se tiveres coragem, conservar-te-ei a meu lado. Não quero ficar lá sozinha. Podem enterrar-me a doze pés de profundidade e derrubar a igreja por cima de mim, que eu não descansarei enquanto não estiveres comigo. Nunca!


Fez uma pausa e continuou com um sorriso estranho:


- Está a refletir... preferia que eu fosse ter com ele! Arranja uma maneira, então! Não através desse cemitério. Levas tanto tempo! Contenta-te, pois foste tu que sempre me seguiste!"


publicado por Sandra F. às 19:55

06
Jun 13

(Heathcliff para Cathy)

 

"- ... E a ti, Catherine, tenciono dizer-te agora algumas palavras, enquanto falamos no assunto. Quero que fiques ciente de que eu sei que me trataste duma maneira infernal... Infernal! Entendes? E se julgas que o não percebi, és uma doida; se pensas que posso ser consolado com falinhas mansas, és uma idiota, e se imaginas que sofrerei sem me vingar, convencer-te-ei do contrário em pouco tempo!"

 

 

publicado por Sandra F. às 20:41

17
Mai 13

"Sentou-se em frente da Catherine, que se mantinha com os olhos fitos nele, como receando que se evaporasse ao afastá-los. Ele não a fitou muitas vezes. Bastava-lhe um relance de olhos, de tempos a tempos. Mas desviava-os cada vez mais confiado, com evidente satisfação no que os dela lhe transmitiam. Estavam demasiado absorvidos na sua felicidade mútua para se coagirem. Mas o mesmo não acontecia com o senhor Edgar, que empalidecia de contrariedade. Esta atingiu o auge quando a senhora se ergueu e, atravessando o tapete, agarrou novamente na mão de Heathcliff e se pôs a rir como uma louca.

 

- Amanhã vou julgar que foi um sonho! - gritou - Não serei capaz de acreditar que vi, toquei e falei contigo uma vez mais. E contudo, cruel Heathcliff, não merecias estas boas-vindas. Estar ausente e silencioso durante três anos, sem nunca pensar em mim!

 

- Um pouco mais do que tu pensaste em mim - murmurou - Ouvi falar no teu casamento, Catherine, não há muito tempo, e enquanto esperava lá em baixo no pátio, projetei este plano: entrever apenas o teu rosto com uma expressão de surpresa, talvez, e de prazer afetado. Depois ajustar contas com o Hindley e em seguida evitar a lei, dando eu próprio cabo de mim. A maneira como me acolheste afugentou-me estas ideias. Mas tem cuidado: não me recebas de maneira diferente na próxima vez! Não, não me voltarás a expulsar. Tiveste realmente pena de mim, não é verdade? Bem, e com razão. Lutei através duma existência amarga, desde que ouvi pela última vez a tua voz. E deves perdoar-me, porque lutei apenas por ti."

 

publicado por Sandra F. às 21:51

16
Mai 13

Cathy e Nelly:

 

"- Se estivesse no céu, Nelly, sentir-me-ia extremamente mal.

 

 - Porque não é digna de ir para lá - retorqui - Todos os pecadores se sentiriam mal no céu.

 

 - Não é por isso. Sonhei uma vez que estava lá.

 

 - Já lhe disse que não quero escutar os seus sonhos, menina Catherine! Vou para a cama - interrompi novamente.

 

    Riu-se e segurou-me, pois eu fizera um movimento para deixar a cadeira.

 

 - Não é nada - gritou - Ia apenas dizer que o céu não me parecia a minha casa; e que chorei, até se me partir o coração, para voltar para a terra; e os anjos ficaram tão zangados, que me lançaram no meio do paul, no alto do Monte dos Vendavais, onde acordei a soluçar de alegria. Este sonho também serve para explicar o meu segredo, tão bem como o outro. Tenho tanto interesse em casar-me com o Edgar Linton como em ir para o céu. Se aquele malvado do dono desta casa não tivesse aviltado tanto o Heathcliff, eu não pensaria nisso. Agora degradar-me-ia se me casasse com o Heathcliff e ele nunca há de saber como eu o amo, não porque seja elegante mas porque é mais eu do que eu própria. Seja lá do que for que as nossas almas sejam feitas, a minha é igual à dele e a do Linton é tão diferente como um raio de luar é diferente do relâmpago, ou a geada é diferente do fogo.

 

    Antes de ela acabar de falar, reparei na presença do Heathcliff. Notando um ligeiro movimento, voltei a cabeça e vi-o levantar-se do banco e sair furtivamente. Escutara até a Catherine dizer que se degradaria se se casasse com ele, e então não quisera ouvir mais. A minha companheira, sentada no chão, não pudera, por causa das costas do banco, reparar na sua presença e na sua partida; mas eu estremeci e mandei-a calar."

 

publicado por Sandra F. às 17:48

30
Abr 13

(Nelly para Cathy)

"- ... E agora, diga-me: porque se sente infeliz? O seu irmão ficará contente; os pais dele não creio que ponham objeções; mudará de uma casa desconfortável e sem ordem para uma residência opulenta e respeitável; gosta do Edgar e o Edgar gosta de si. Tudo parece regular e fácil; onde está o obstáculo?

- Aqui! E aqui! - replicou Catherine, batendo com uma das mãos na testa e com a outra no peito - Onde quer que a alma vive. Na alma e no coração estou convencida de que não procedi bem!

- Isso é muito estranho! Não percebo porquê.

- É o meu segredo. Mas, se não zombares de mim, explico-te. Não o posso fazer claramente, mas dar-te-ei uma ideia daquilo que sinto."

 

publicado por Sandra F. às 22:16

21
Abr 13

Saudades de Spooks. A rever, brevemente...

 

publicado por Sandra F. às 20:22
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"Orgulho e Preconceito" de Jane Austen
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